<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Pixeonline</title>
	<atom:link href="http://blog.pixeon.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.pixeon.com.br</link>
	<description>Tecnologia e healthcare</description>
	<lastBuildDate>Wed, 16 Nov 2011 13:27:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Além do que podemos ver</title>
		<link>http://blog.pixeon.com.br/2011/11/alem-do-que-podemos-ver/</link>
		<comments>http://blog.pixeon.com.br/2011/11/alem-do-que-podemos-ver/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 13:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.pixeon.com.br/?p=149</guid>
		<description><![CDATA[A revista Radiology traz uma resenha de autoria de Cristoph I. Lee e Howard P. Forman sobre três estudos que falam sobre enxergar além do que se vê à primeira vista em exames radiológicos. Trata-se de reportar todas as descobertas &#8230; <a href="http://blog.pixeon.com.br/2011/11/alem-do-que-podemos-ver/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A revista Radiology traz uma resenha de autoria de Cristoph I. Lee e Howard P. Forman sobre três estudos que falam sobre enxergar além do que se vê à primeira vista em exames radiológicos. Trata-se de reportar todas as descobertas além do objetivo principal do exame, revelando se o paciente corre o risco de ter doenças cardíacas ou osteoporose. O primeiro estudo conseguiu extrair dados sobre densidade óssea a partir de CT cardíaca. O segundo derivou informações relevantes sobre nível de calcificação arterial observadas em CT de tórax com dose reduzida de radiação; e o terceiro desenvolveu um modelo de previsão de doenças cardíacas a partir de CT de tórax. A resenha completa e os estudos realizados você lê <a href="http://radiology.rsna.org/content/257/2/313.full#ref-2">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fonte: revista <a href="http://radiology.rsna.org/">Radiology</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.pixeon.com.br/2011/11/alem-do-que-podemos-ver/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Planos de saúde adotam novos procedimentos</title>
		<link>http://blog.pixeon.com.br/2011/10/planos-de-saude-adotam-novos-procedimentos/</link>
		<comments>http://blog.pixeon.com.br/2011/10/planos-de-saude-adotam-novos-procedimentos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 11:32:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.pixeon.com.br/?p=145</guid>
		<description><![CDATA[Entre abril e maio deste ano, a ANS realizou uma consulta pública para a recepção de sugestões de novos procedimentos a serem incorporados na cobertura obrigatória dos planos de saúde. Confira os 69 itens regulamentados no &#8220;Rol de Procedimentos e &#8230; <a href="http://blog.pixeon.com.br/2011/10/planos-de-saude-adotam-novos-procedimentos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Entre abril e maio deste ano, a ANS realizou uma consulta pública para a recepção de sugestões de novos procedimentos a serem incorporados na cobertura obrigatória dos planos de saúde. Confira os 69 itens regulamentados no &#8220;Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde&#8221;, e que passam a valer a partir de 1 de janeiro de 2012.</p>
<p><span id="more-145"></span></p>
<p style="text-align: justify;">1. Bloqueio anestésico de plexos nervosos (lombossacro, braquial, cervical) para tratamento de dor;<br />
2. Angiotomografia coronariana (com diretriz de utilização);<br />
3. Esofagorrafia torácica por videotoracoscopia;<br />
4. Reintervenção sobre a transição esôfago gástrica por videolaparoscopia;<br />
5. Tratamento cirúrgico do megaesofago por videolaparoscopia;<br />
6. Gastrectomia com ou sem vagotomia/ com ou sem linfadenectomia por videolaparoscopia;<br />
7. Vagotomia superseletiva ou vagotomia gástrica proximal por videolaparoscopia;<br />
8. Linfadenectomia pélvica laparoscópica;<br />
9. Linfadenectomia retroperitoneal laparoscópica;<br />
10. Marsupialização laparoscópica de linfocele;<br />
11. Cirurgia de abaixamento por videolaparoscopia;<br />
12. Colectomia com íleo-reto-anastomose por videolaparoscopia;<br />
13. Entero-anastomose por videolaparoscopia;<br />
14. Proctocolectomia por videolaparoscopia;<br />
15. Retossigmoidectomia abdominal por videolaparoscopia;<br />
16. Abscesso hepático &#8211; drenagem cirúrgica por videolaparoscopia;<br />
17. Colecistectomia com fístula biliodigestiva por videolaparoscopia;<br />
18. Colédoco ou hepático-jejunostomia por videolaparoscopia;<br />
19. Colédoco-duodenostomia por videolaparoscopia;<br />
20. Desconexão ázigos &#8211; portal com esplenectomia por videolaparoscopia;<br />
21. Enucleação de tumores pancreáticos por videolaparoscopia;<br />
22. Pseudocisto pâncreas &#8211; drenagem por videolaparoscopia;<br />
23. Esplenectomia por videolaparoscopia;<br />
24. Herniorrafia com ou sem ressecção intestinal por videolaparoscopia;<br />
25. Amputação abdômino-perineal do reto por videolaparoscopia;<br />
26. Colectomia com ou sem colostomia por videolaparoscopia;<br />
27. Colectomia com ileostomia por videolaparoscopia;<br />
28. Distorção de volvo por videolaparoscopia;<br />
29. Divertículo de meckel &#8211; exérese por videolaparoscopia;<br />
30. Enterectomia por videolaparoscopia;<br />
31. Esvaziamento pélvico por videolaparoscopia;<br />
32. Fixação do reto por videolaparoscopia;<br />
33. Proctocolectomia com reservatório ileal por videolaparoscopia;<br />
34. Cisto mesentérico &#8211; tratamento por videolaparoscopia;<br />
35. Dosagem quantitativa de ácidos graxos de cadeia muito longa para o diagnóstico de erros inatos do metabolismo (EIM);<br />
36. Marcação pré-cirúrgica por estereotaxia, orientada por ressonância magnética;<br />
37. Coloboma &#8211; correção cirúrgica (com diretriz de utilização);<br />
38. Tratamento ocular quimioterápico com antiangiogênico (com diretriz de utilização);<br />
39. Tomografia de coerência óptica (com diretriz de utilização);<br />
40. Potencial evocado auditivo de estado estável &#8211; peaee (stead state);<br />
41. Imperfuração coanal &#8211; correção cirurgica intranasal por videoendoscopia;<br />
42. Adenoidectomia por videoendoscopia;<br />
43. Epistaxe &#8211; cauterização da artéria esfenopalatina com ou sem microscopia por videoendoscopia;<br />
44. Avaliação endoscópica da deglutição (FEES);<br />
45. Ácido metilmalônico, pesquisa e/ou dosagem;<br />
46. Aminoácido no líquido cefaloraquidiano;<br />
47. Proteína s livre, dosagem;<br />
48. Citomegalovírus após transplante de rim ou de medula óssea por reação de cadeia de polimerase (PCR) &#8211; pesquisa quantitativa;<br />
49. Vírus epstein barr após transplante de rim por reação de cadeia de polimerase (PCR) &#8211; pesquisa quantitativa;<br />
50. Determinação dos volumes pulmonares por pletismografia ou por diluição de gases;<br />
51. Radioterapia conformada tridimensional &#8211; para sistema nervoso central (SNC) e mama;<br />
52. Emasculação para tratamento oncológico ou fasceíte necrotizante;<br />
53. Prostatavesiculectomia radical laparoscópica;<br />
54. Reimplante ureterointestinal laparoscópico;<br />
55. Reimplante ureterovesical laparoscópico;<br />
56. Implante de anel intraestromal (com diretriz de utilização);<br />
57. Refluxo gastroesofágico &#8211; tratamento cirúrgico por videolaparoscopia;<br />
58. Terapia imunobiológica endovenosa para tratamento de artrite reumatóide, artrite psoriática, doença de crohn e espondilite anquilosante (com diretriz de utilização);<br />
59. Oxigenoterapia hiperbárica: adequação da diretriz de utilização (DUT) para inclusão da cobertura ao tratamento do pé diabético;<br />
60. Análise molecular de DNA: adequação da diretriz de utilização (DUT) para cobertura da análise dos genes EGFR, K-RAS e HER-2;<br />
61. Implante coclear: adequação da diretriz de utilização (DUT) para incluir o implante bilateral;<br />
62. Pet-scan oncológico: adequação da diretriz de utilização (DUT) para pacientes portadores de câncer colo-retal com metástase hepática potencialmente ressecável;<br />
63. Colocação de banda gástrica por videolaparoscopia: adequação da diretriz de utilização (DUT) para colocação de banda gástrica do tipo ajustável e por via laparoscópica;<br />
64. Gastroplastia (cirurgia bariátrica): adequação da diretriz de utilização (DUT) para incluir a colocação por videolaparoscopia;<br />
65. Consulta/sessão com terapeuta ocupacional: adequação da diretriz de utilização (DUT) para pacientes com disfunções de origem neurológica e pacientes com disfunções de origem traumato/ortopédica e reumatológica;<br />
66. Consulta com nutricionista: adequação da diretriz de utilização (DUT) para:<br />
1.a. Crianças com até 10 anos em risco nutricional (&lt; percentil 10 ou &gt; percentil 97 do peso / altura);<br />
1.b. Jovens entre 10 e 20 anos em risco nutricional (&lt; percentil 5 ou &gt; percentil 85 do peso/ altura);<br />
1.c. Idosos (maiores de 60 anos) em risco nutricional ( índice de massa IMC &lt;22 kg/ m);<br />
1.d. Pacientes com diagnóstico de insuficiência renal crônica.<br />
2. Cobertura obrigatória de no mínimo 18 sessões por ano de contrato para pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus em uso de insulina ou no primeiro ano de diagnóstico;<br />
67. Definição das despesas a serem cobertas para o acompanhante durante o pré-parto, parto e pós-parto imediato, que devem incluir taxas de paramentação, acomodação e alimentação;<br />
68. Definição de que a cobertura das despesas com acompanhante durante o pós-parto imediato devem se dar por 48h, podendo estender-se por até 10 dias, quando indicado pelo médico assistente;<br />
69. Definição de que nos procedimentos da cobertura obrigatória que envolvam a colocação, inserção ou fixação de órteses, próteses ou outros materiais, a sua remoção ou retirada também tem cobertura assegurada.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.pixeon.com.br/2011/10/planos-de-saude-adotam-novos-procedimentos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>60% das empresas brasileiras planeja investir em virtualização de servidores</title>
		<link>http://blog.pixeon.com.br/2011/10/60-das-empresas-brasileiras-planeja-investir-em-vrtualizacao-de-servidores/</link>
		<comments>http://blog.pixeon.com.br/2011/10/60-das-empresas-brasileiras-planeja-investir-em-vrtualizacao-de-servidores/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 12:09:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.pixeon.com.br/?p=138</guid>
		<description><![CDATA[O site TI Inside Online divulgou recentemente uma matéria sobre a virtualização dos servidores como prioridade de investimento das empresas brasileiras em 2012. De acordo uma pesquisa realizada pela ASM entre 50 empresas com mais de mil funcionários, 60% delas &#8230; <a href="http://blog.pixeon.com.br/2011/10/60-das-empresas-brasileiras-planeja-investir-em-vrtualizacao-de-servidores/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O site <a href="http://www.tiinside.com.br/index.aspx">TI Inside Online</a> divulgou recentemente uma matéria sobre a virtualização dos servidores como prioridade de investimento das empresas brasileiras em 2012. De acordo uma pesquisa realizada pela ASM entre 50 empresas com mais de mil funcionários, 60% delas citaram a tecnologia como principal foco de gastos. A ASM oferece serviços de consultoria na área de inteligência de mercado para empresas fornecedoras e usuárias de TI na América Latina.<span id="more-138"></span></p>
<p>Outros dados relevantes:</p>
<p>De acordo com o estudo, 36% dos executivos de TI citam como prioridade o investimento de Business Intelligence (BI), sendo que 34% pretendem expandir suas aplicações em BI. De acordo com o estudo, esse passo é natural para as empresas, uma vez que os projetos de implantação de ERP já estão estabilizados e surge a necessidade da análise de dados armazenados nos sistemas de gestão para tomadas de decisão.</p>
<p>Outro estudo da ASM, com 120 empresas com mais de mil funcionários confirma o aumento de demanda por vitualização. A pesquisa aponta 62% de intenção de investimento na tecnologia nos próximos 18 meses e 86% de uso de servidores virtualizados pelos executivos de TI, o que gire em torno de 30% do total de servidores da companhia.</p>
<p>Motivos da virtualização:</p>
<p>- economia de espaço</p>
<p>- custos de operação e de recursos</p>
<p>- preços elevados de manutenção de uma infraestrutura própria</p>
<p>Fonte: TI Inside Online</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.pixeon.com.br/2011/10/60-das-empresas-brasileiras-planeja-investir-em-vrtualizacao-de-servidores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Prolongue a vida útil do Data Center</title>
		<link>http://blog.pixeon.com.br/2011/10/prolongue-a-vida-util-do-data-center/</link>
		<comments>http://blog.pixeon.com.br/2011/10/prolongue-a-vida-util-do-data-center/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 15:28:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.pixeon.com.br/?p=135</guid>
		<description><![CDATA[O site COMPUTERWORLD divulgou 9 dicas para aumentar a vida útil do Data Center. Algumas práticas podem aumentar em até cinco anos a duração do centro de processamento de dados, adiando investimentos em expansão. Confira: 1- Realocar dados não críticos. &#8230; <a href="http://blog.pixeon.com.br/2011/10/prolongue-a-vida-util-do-data-center/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O site <a href="http://computerworld.uol.com.br/">COMPUTERWORLD </a>divulgou 9 dicas para aumentar a vida útil do Data Center. Algumas práticas podem aumentar em até cinco anos a duração do centro de processamento de dados, adiando investimentos em expansão. Confira:</p>
<p><strong>1- Realocar dados não críticos.</strong></p>
<p><strong>2- Diminuir as pressões para uso extensivo de aplicações e infraestrutura. </strong></p>
<p><strong>3- Padronizar servidores e storage.</strong></p>
<p><strong>4-Virtualizar tudo o que puder.</strong></p>
<p><strong>5-Eliminar ou aposentar dispositivos e aplicativos não utilizados ou que são pouco usados.</strong></p>
<p><strong>6-Ter uma codificação eficaz de seus desenvolvedores.</strong></p>
<p><strong>7-Reorganizar fisicamente os equipamentos.</strong></p>
<p><strong>8-Analisar a eficiência energética.</strong></p>
<p><strong>9- Na dúvida, elimine.</strong></p>
<p>A matéria completa você lê <a href="http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2011/10/18/nove-dicas-para-prolongar-a-vida-util-do-data-center/">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.pixeon.com.br/2011/10/prolongue-a-vida-util-do-data-center/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Suspeita de embolia pulmonar em gestantes &#8211; o que o radiologista precisa saber</title>
		<link>http://blog.pixeon.com.br/2011/10/suspeita-de-embolia-pulmonar-em-gestantes-o-que-o-radiologista-precisa-saber/</link>
		<comments>http://blog.pixeon.com.br/2011/10/suspeita-de-embolia-pulmonar-em-gestantes-o-que-o-radiologista-precisa-saber/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 18:39:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.pixeon.com.br/?p=130</guid>
		<description><![CDATA[Uma revisão prática da avaliação de pacientes grávidas com suspeita de embolia pulmonar, com ênfase na redução da dose de radiação e parâmetros para controle de riscos. Esse é o tema de um interessante artigo publicado pela revista Radiographics. A &#8230; <a href="http://blog.pixeon.com.br/2011/10/suspeita-de-embolia-pulmonar-em-gestantes-o-que-o-radiologista-precisa-saber/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma revisão prática da avaliação de pacientes grávidas com suspeita de embolia pulmonar, com ênfase na redução da dose de radiação e parâmetros para controle de riscos. Esse é o tema de um interessante artigo publicado pela revista Radiographics. A peça avalia os desafios do diagnóstico, uma vez que alterações inerentes da gravidez podem mascarar o problema. Além disso, discute os riscos para o feto quanto a exposição à radiação e ao contraste intravenoso, questões legais do assunto e parâmetros de reduções de dose de radiação. O texto completo você lê em: <a href="http://http://radiographics.rsna.org/content/29/3/639.full">http://radiographics.rsna.org/content/29/3/639.full</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.pixeon.com.br/2011/10/suspeita-de-embolia-pulmonar-em-gestantes-o-que-o-radiologista-precisa-saber/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Computação em nuvem na área da saúde</title>
		<link>http://blog.pixeon.com.br/2011/10/116/</link>
		<comments>http://blog.pixeon.com.br/2011/10/116/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 16:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.pixeon.com.br/?p=116</guid>
		<description><![CDATA[&#160; &#160; Por Felipe Ricardo Broering O conceito de computação em nuvem tem sido muito comentado em todos os segmentos da indústria, inclusive no ramo da saúde. Conhecido também como “cloud computing” – termo original em inglês – se trata &#8230; <a href="http://blog.pixeon.com.br/2011/10/116/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-117" title="logo pixeon-comenta" src="http://blog.pixeon.com.br/wp-content/uploads/2011/10/logo-pixeon-comenta3-300x59.png" alt="" width="300" height="59" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Felipe Ricardo Broering</p>
<p id="internal-source-marker_0.7469934113684004" dir="ltr">O conceito de computação em nuvem tem sido muito comentado em todos os segmentos da indústria, inclusive no ramo da saúde. Conhecido também como “cloud computing” – termo original em inglês – se trata de um conceito tecnológico que promete reduzir custos e trazer muitas vantagens para os consumidores.</p>
<p><span id="more-116"></span></p>
<p dir="ltr">Essa tecnologia se inspira no conceito de &#8220;terminais burros&#8221; da década de 80. Naquele tempo, o processamento e armazenamento era centralizado em mainframes e os sistemas eram operados com máquinas bastante simples através de uma intranet. Com a redução de custos dos computadores pessoais, o usuário passou a ter poder de processamento nas pontas e gradativamente essa arquitetura foi entrando em desuso.</p>
<p dir="ltr"> O conceito atual de nuvem é análogo a esse. A evolução da internet propiciou o surgimento de <em>data centers</em> com computadores de grande porte, e o usuário acessa esse poder computacional através da rede. O email é um exemplo. Há dez anos as mensagens eram baixadas para a máquina local para então serem lidas. Hoje, a grande maioria dos provedores mantém as mensagens em seus servidores e é possível acessá-las de qualquer computador, smartphone, tablet, em qualquer lugar do mundo.</p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://blog.pixeon.com.br/wp-content/uploads/2011/10/nuvem-cloud-TI.png"><img class="size-medium wp-image-121 aligncenter" title="nuvem cloud TI" src="http://blog.pixeon.com.br/wp-content/uploads/2011/10/nuvem-cloud-TI-300x153.png" alt="" width="300" height="153" /></a></p>
<p dir="ltr">Esse conceito foi se expandindo para outros tipos de serviço, como documentos, planilhas, livros, fotos, música e até vídeos a exemplo do que o Google, Amazon e Apple têm oferecido ao mercado.</p>
<p dir="ltr"> Essa mudança de paradigma propiciou o surgimento do modelo de negócios onde o software é ofertado como serviço e não mais como produto, termo conhecido também como SaaS (Software as a Service). O consumidor passa a &#8220;alugar&#8221; uma facilidade hospedada na nuvem ao invés de investir em software e hardware para rodar a aplicação localmente. Além de favorecer que as companhias fiquem focadas em seu core business, é possível reduzir os custos e acessar as informações de qualquer lugar do mundo.</p>
<p dir="ltr">     Mas é natural que surjam incertezas. Um dos principais receios apontados é a segurança dos dados armazenados na nuvem. Na área da saúde, isso significa armazenar dados de pacientes fora das clínicas e hospitais, e é ai que muitos gestores se perguntam se é prudente compartilhar essa responsabilidade com empresas terceiras. A questão é legítima, visto que o vazamento ou perda de dados pode gerar problemas legais.</p>
<p dir="ltr"> Ainda é cedo querer operar um PACS 100% na nuvem, transmitindo as imagens dos equipamentos médicos diretamente para um <em>data center</em>. O receio sobre a segurança das informações dos pacientes é tecnicamente contornável, já é possível ter segurança contra sinistros e ataques mal intencionados. Mas as limitações de conectividade é que impedem a operação, principalmente no interior, onde a banda larga ainda não é de qualidade.</p>
<p dir="ltr"> Em contrapartida, o armazenamento do histórico de exames na nuvem passa a ser mais interessante já que não impediria a operação diária de uma clínica ou hospital, e demandaria menos investimento em terabytes em armazenamento local.</p>
<p dir="ltr"> Apesar das atuais limitações e incertezas, &#8220;cloud não é nem pode ser tratado como modismo&#8221; como se <a href="http://informationweek.itweb.com.br/4406/futurecom-2011-promove-debate-sobre-os-desafios-enfrentados-pela-migracao-para-nuvem/">constatou</a> na Futurecom 2011. A questão é quando e como começar a migrar os dados para a nuvem.</p>
<p dir="ltr"> Qual sua opinião sobre o assunto?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.pixeon.com.br/2011/10/116/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>TI em benefício da saúde</title>
		<link>http://blog.pixeon.com.br/2011/09/ti-em-beneficio-da-saude/</link>
		<comments>http://blog.pixeon.com.br/2011/09/ti-em-beneficio-da-saude/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 10:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.pixeon.com.br/?p=98</guid>
		<description><![CDATA[&#160; &#160; As preocupações envolvendo a dose de radiação de exames médicos levam os radiologistas a buscar maneiras de manter a exposição ao mínimo, e a TI em saúde pode ajudar. É o que diz o Dr. James H. Thrall, &#8230; <a href="http://blog.pixeon.com.br/2011/09/ti-em-beneficio-da-saude/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-99" title="logo estao-dizendo" src="http://blog.pixeon.com.br/wp-content/uploads/2011/09/logo-estao-dizendo3-300x52.png" alt="" width="300" height="52" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As preocupações envolvendo a dose de radiação de exames médicos levam os radiologistas a buscar maneiras de manter a exposição ao mínimo, e a TI em saúde pode ajudar. É o que diz o Dr. James H. Thrall, chefe de radiologia do Massachusetts General Hospital (MGH) e professor de radiologia da Harvard Medical School. O tema foi levantado no New York Medical Imaging Informatics Symposium, em setembro. <span id="more-98"></span></p>
<p>Thrall descreve cinco maneiras em que a tecnologia da informação pode ser aplicada para reduzir a exposição dos pacientes. Além disso, a TI pode aumentar a segurança dos pacientes, reduzir a carga de trabalho desnecessário dos radiologistas e equipe administrativa e de apoio, reduzir gastos com exames inapropriados, dar mais apoio às melhores práticas da radiologia e auxiliar a tomada de decisão pelos médicos.</p>
<p>O site Aunt Minnie fez a cobertura do evento e revela mais sobre a palestra de Thrall. Leia a matéria completa em: http://www.auntminnie.com/index.aspx?sec=sup&amp;sub=cto&amp;pag=dis&amp;ItemID=96516</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.pixeon.com.br/2011/09/ti-em-beneficio-da-saude/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Acompanhamento de nódulos de pulmão</title>
		<link>http://blog.pixeon.com.br/2011/09/acompanhamento-de-nodulos-de-pulmao/</link>
		<comments>http://blog.pixeon.com.br/2011/09/acompanhamento-de-nodulos-de-pulmao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 10:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.pixeon.com.br/?p=93</guid>
		<description><![CDATA[&#160; &#160; Diretrizes para o controle de pequenos nódulos pulmonares detectados em exames de tomografia computadorizada são questionadas com o apoio da Fleischener Society. Nódulos de pulmão são comumente detectados em exames de tomografia computadorizada (CT), e com o avanço &#8230; <a href="http://blog.pixeon.com.br/2011/09/acompanhamento-de-nodulos-de-pulmao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-94" title="logo estao-dizendo" src="http://blog.pixeon.com.br/wp-content/uploads/2011/09/logo-estao-dizendo2-300x52.png" alt="" width="300" height="52" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diretrizes para o controle de pequenos nódulos pulmonares detectados em exames de tomografia computadorizada são questionadas com o apoio da Fleischener Society.<br />
<span id="more-93"></span><br />
Nódulos de pulmão são comumente detectados em exames de tomografia computadorizada (CT), e com o avanço da tecnologia, a habilidade de detectar nódulos muito pequenos aumenta. Estudos apontam que 51% de fumantes acima de 50 anos têm nódulos diagnosticados em exames de CT. No entanto, as diretrizes existentes de acompanhamento de nódulos não-calcificados foram desenvolvidas antes da disseminação de aparelhos de altíssima resolução, e determinam que exames sejam feitos periodicamente por um período mínimo de 2 anos. Essa política requer uma série de exames com alto custo e uma exposição a radiação substancial para a população afetada. Nos últimos anos, surgiram estudos sobre predisposição, características fisiológicas e taxa de crescimento de pequenos tumores, começou a se questionar o tempo de acompanhamento de todo pequeno nódulo. Com a aprovação da Fleischener Society, um grupo de autores desenvolveu um artigo revisando o conteúdo hoje disponível e sugerindo novas diretrizes para a questão.</p>
<p>Leia o artigo completo em: <a href="http://radiology.rsna.org/content/237/2/395.full">http://radiology.rsna.org/content/237/2/395.full</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.pixeon.com.br/2011/09/acompanhamento-de-nodulos-de-pulmao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dica de leitura</title>
		<link>http://blog.pixeon.com.br/2011/09/dica-de-leitura/</link>
		<comments>http://blog.pixeon.com.br/2011/09/dica-de-leitura/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 16:55:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.pixeon.com.br/?p=86</guid>
		<description><![CDATA[O PhD Michael J. Blend fez a crítica do livro Cardiac PET and PET/CT Imaging para a revista Radiology. Segundo ele, o livro é orientado para a prática clínica e uma excelente referência do assunto. Cardiac PET and PET/CT Imaging. &#8230; <a href="http://blog.pixeon.com.br/2011/09/dica-de-leitura/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.pixeon.com.br/wp-content/uploads/2011/09/books_006.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-90" title="books_006" src="http://blog.pixeon.com.br/wp-content/uploads/2011/09/books_006-223x300.jpg" alt="" width="223" height="300" /></a>O PhD Michael J. Blend fez a crítica do livro <strong><em>Cardiac PET and PET/CT Imaging </em></strong>para a revista <strong><em>Radiology</em></strong>. Segundo ele, o livro é orientado para a prática clínica e uma excelente referência do assunto.</p>
<p><strong>Cardiac PET and PET/CT Imaging. </strong>Marcelo F. Di Carli e Martin J Lipton. Secaucus, NJ: Springer-Verlag, 2007.</p>
<p>Confira a crítica completa em: <a href="http://radiology.rsna.org/content/254/3/678.1.full">http://radiology.rsna.org/content/254/3/678.1.full</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.pixeon.com.br/2011/09/dica-de-leitura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ferramenta para detectar dor está sendo desenvolvida em Stanford</title>
		<link>http://blog.pixeon.com.br/2011/09/ferramenta-para-detectar-dor-esta-sendo-desenvolvida-em-stanford/</link>
		<comments>http://blog.pixeon.com.br/2011/09/ferramenta-para-detectar-dor-esta-sendo-desenvolvida-em-stanford/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 18:29:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.pixeon.com.br/?p=78</guid>
		<description><![CDATA[Pesquisadores da Stanford University School of Medicine estão trabalhando no desenvolvimento de uma ferramenta diagnóstica que pode medir a presença ou ausência de dor em um paciente, eliminando a necessidade de auto-avaliação da escala de dor. A nova ferramenta utiliza &#8230; <a href="http://blog.pixeon.com.br/2011/09/ferramenta-para-detectar-dor-esta-sendo-desenvolvida-em-stanford/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-medium wp-image-79" title="logo estao-dizendo" src="http://blog.pixeon.com.br/wp-content/uploads/2011/09/logo-estao-dizendo1-300x52.png" alt="" width="300" height="52" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Pesquisadores da Stanford University School of Medicine estão trabalhando no desenvolvimento de uma ferramenta diagnóstica que pode medir a presença ou ausência de dor em um paciente, eliminando a necessidade de auto-avaliação da escala de dor. A nova ferramenta utiliza padrões de atividade cerebral para fazer uma avaliação objetiva sobre a dor sentida.</p>
<p><span id="more-78"></span></p>
<p style="text-align: left;">Os pesquisadores utilizaram imagens de ressonância magnética combinadas com avançados algoritmos para identificar precisamente a dor térmica em 81% das vezes em indivíduos saudáveis, de acordo com um estudo publicado no jornal online <a href="http://www.plosone.org/home.action">PLoS ONE</a>.</p>
<p style="text-align: left;">“As pessoas procuram por um detector de dor há muito tempo”, disse o Dr.Sean Mackey, PhD, chefe do departamento de controle da dor e professor de anestesiologia. “Esperamos que essa tecnologia possa ser utilizada para a identificação e tratamento mais eficiente da dor crônica”.</p>
<p style="text-align: left;">Os pesquisadores ressaltaram que futuras pesquisas serão necessárias para determinar se esses métodos serão eficazes em diferentes tipos de dor, e se poderão distinguir com precisão entre dor e outros estados emocionais, como ansiedade e depressão.</p>
<p style="text-align: left;">“É importante lembrar que os testes mediram a dor térmica em um ambiente controlado de laboratório” diz Mackey. “Não é possível afirmar que se pode detectar a dor em todas as circunstâncias”.</p>
<p>A necessidade de encontrar uma forma mais objetiva de medir a dor é bem conhecida, mas a natureza subjetiva do assunto dificulta muito. Avanços na área de imagens neurológicas trouxeram à tona o assunto e levaram a esse estudo.</p>
<p style="text-align: left;">“Nós confiamos nos relatos dos pacientes. Mas há um grande número de pacientes, principalmente muito jovens ou idosos, que não conseguem determinar o seu nível de dor. Não seria ótimo se tivéssemos uma técnica que pudesse medir a dor psicologicamente?” questiona Mackey.</p>
<p style="text-align: left;">A Pesquisa</p>
<p style="text-align: left;">Os pesquisadores posicionaram oito indivíduos em equipamentos de RM e aplicaram uma sonda de calor em seus antebraços, causando dor moderada. Os padrões cerebrais com e sem dor foram gravados e interpretados por algoritmos avançados para criar um modelo do que representaria a dor. O processo foi repetido com um segundo grupo de 8 indivíduos.</p>
<p style="text-align: left;">A ideia era determinar um modelo que pudesse identificar com precisão a dor em outro grupo de indivíduos totalmente diferente. “Pedimos que o computador mostrasse o que identificava como dor, e tivemos sucesso em 81% das vezes”, finaliza Dr. Neil Chatterjee, doutorando da Northwestern University, e líder do projeto.</p>
<p style="text-align: left;">Fonte: http://www.medicalnewstoday.com/releases/234362.php</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.pixeon.com.br/2011/09/ferramenta-para-detectar-dor-esta-sendo-desenvolvida-em-stanford/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

